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Ares - Carboxiterapia - Ibramed

Ares - Carboxiterapia - Ibramed
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Código do produto: Ares - Ibramed
Disponibilidade: Em estoque
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Indicado para celulite, gordura localizada, rejuvenescimento, estrias, olheiras, cicatrizes de acne, flacidez cutânea

O ARES é um equipamento microcomputadorizado para carboxiterapia, é um equipamento monofásico de CLASSE II com parte aplicada de tipo BF de segurança e proteção.

Na carboxiterapia o dióxido de carbono (CO2) é insuflado por via subcutânea com acessórios específicos. O gás carbônico é injetado de maneira controlada e a infusão do gás é programada de acordo com os objetivos do tratamento e em função da resistência encontrada nos tecidos humanos.

A utilização de CO2 grau USP (United States Pharmacopeia), a utilização de filtros bacterianos e a assepsia da área tratada garantem baixo risco de infecção local. O CO2 é atóxico e introduzido através de aplicação subcutânea com agulhas 30 G ½ (insulina).

Os controles do ARES são operados via teclado de toque. Todas as informações referentes aos parâmetros escolhidos pelo terapeuta serão mostradas em visor de cristal líquido alfanumérico.

DESEMPENHO ESSENCIAL

A carboxiterapia é um método bastante utilizado na Medicina Estética e Fisioterapia Dermato-funcional que permite tratar a celulite, flacidez, gorduras localizadas, estrias e cicatrizes inestéticas, além de outros distúrbios. A terapia consiste em aplicações subcutâneas de concentrações controladas de gás carbônico (dióxido de carbono - CO2) Medicianl (padrão/grau USP). É uma terapia rápida, pouco desconfortável e muito eficiente para a maioria dos pacientes.

Apesar de a carboxiterapia ser uma técnica recente, a utilização do CO2 para fins terapêuticos teve inicio na França por volta de 1932, na estação térmica de Royat, onde banhos secos de gás carbônico ou em água carbônica eram utilizados para tratar pacientes com arteriopatia periférica, úlceras e feridas. Essa forma de tratamento com CO2 via transcutânea foi utilizada por muitos anos. Os resultados obtidos encorajaram novos estudos, provocando a ampliação das indicações de novos tratamentos.

Em 1990 Belotti et al., no Instituto Termal de Rabbi, cuja água apresenta um percentual de carbono semelhante a Royat, iniciaram estudos sobre os efetivos benefícios no tratamento da adiposidade localizada e da celulite.

Após o desenvolvimento de novas técnicas, a aplicação deixou de ser tópica, passando o CO2 a ser injetado diretamente no tecido subcutâneo, o que garante resultados mais rápidos e melhores.

Originou-se assim, o termo Carboxiterapia, ou seja, utilização do dióxido de carbono, o CO2, um metabólito normalmente produzido em nosso organismo para fins terapêuticos. 
 

EFEITOS FISIOLÓGICOS E USO PRETENDIDO DA CARBOXITERAPIA ARES

O dióxido de carbono (CO2) é um gás produzido durante o metabolismo celular que se difunde rapidamente das células para os capilares para ser transportado dissolvido no plasma, sob a forma de íons bicarbonato (HCO3-), ligado a hemoglobina (carbamino-hemoglobina) e a outros compostos carbamínicos até os pulmões onde é eliminado para o ar atmosférico (Nardelli et al, 2009, Tortora e Grabowski, 2002; Guyton e Hall, 2002).

Em repouso, com ventilação normal, o corpo humano consome cerca de 250 mL/min de O2 (transportado dos pulmões para os tecidos) e exala 250 mL/min de CO2 (removido dos tecidos e excretados através da respiração alveolar), mas pode aumentar esse volume em cerca seis vezes durante o exercício físico (cerca de 1200/1500 mL/min).

O CO2 é muito solúvel no plasma e a quantidade dissolvida é determinada pelo produto da pressão parcial do gás e seu coeficiente de solubilidade (α = 0,03 mL/dL de sangue/mmHg) e pode se difundir na corrente sanguínea em quantidades de até 100 mL/min sem maiores alterações na pressão parcial de CO2 (PaCO2). Um ligeiro aumento na concentração de CO2 dissolvido no plasma ativa mecanismos de controle da ventilação que aumentam a frequência e a profundidade da respiração que permite maior exalação de CO2 e captação de O2 (Tortora e Grabowski, 2002; Guyton e Hall, 2002).

Um dos principais mecanismos de ajuste da ventilação pulmonar é a pressão parcial de CO2 (PaCO2), quantidade de CO2 dissolvido no sangue arterial. As variações da PaCO2 são percebidas pelos quimiorreceptores centrais e periféricos e mecanismos para aumentar ou diminuir a ventilação são acionados de modo a manter pressão PaCO2 em torno de 35-45 mmHg (Nardelli et al, 2009).

Durante a carboxiterapia uma média de 30 – 100 mL/minuto CO2 são administrados por infusão subcutânea assistida. O ligeiro aumento dos níveis de CO2 é prontamente resolvido por uma leve aumento a frequência e a profundidade da respiração durante e ao final do tratamento, sem risco de hipercapnia e acidose respiratória (Lee, 2010; Varlaro et al., 2007).

O CO2 (padrão USP) utilizado na carboxiterapia é o mesmo usado para promover penumoperitônio em cirurgias por videolaparoscopia (Ochiai et al., 2000; Abu-Rafea et al., 2006) e arteriografia (Simão e Guillamoun, 2004). O volume total de gás de insuflado sob pressão assistida durante o pneumoperitônio pode variar de 1 a 4 litros e para o cálculo do volume ideal a ser insuflado, variáveis como altura, peso, índice de massa corporal e idade devem ser consideradas (Abu-Rafea et al., 2006). 

Para o uso estético/terapêutico da carboxiterapia subcutânea, o volume total insuflado por sessão varia entre 200 a 1200 mL, indicados dependendo da área a ser tratada e objetivos do tratamento (Koutna, 2005).

A afinidade do O2 com a hemoglobina é alterada pelo pH, pois a acidez estimula a liberação de oxigênio, portanto na presença de dióxido de carbono esta afinidade é diminuída. Portanto, a presença de níveis altos de CO2 nos tecidos ou nos capilares próximos a eles, favorece a liberação de oxigênio da hemoglobina, originando o efeito Bohr. Quando utilizado como método terapêutico, o CO2 excedente é eliminado do organismo por mecanismos fisiológicos via respiração ou pelos rins na forma de íons hidrogênio (H+) ou íons bicarbonato (H2CO3-). A correta aplicação dióxido de carbono (CO2) não promove toxicidade para o organismo.

A infusão do CO2 ativa a microcirculação local, melhora a nutrição celular e elimina toxinas, reduz o processo inflamatório melhorando a qualidade dos tecidos. Trata-se de uma técnica que pode atuar isoladamente ou como um excelente coadjuvante para as terapias convencionais. Dentre os resultados esperados estão: melhora da microcirculação e redução do edema, melhora a nutrição celular e a eliminação das toxinas, redução da gordura localizada, melhora da elasticidade e do tônus da pele (mais lisa e regular), redução de medidas e remodelagem corporal.

EFEITOS FISIOLÓGICOS ESPERADOS “IN LOCO” APÓS INFUSÃO DO CO2

- Vasodilatação artério-venosa;
- Aumento do volume e da velocidade do fluxo sanguíneo local;
- Aumento da drenagem sanguínea e linfática;
- Favorece a eliminação de toxinas;
- Melhora a nutrição tecidual;
- Aumento do Efeito Bohr, o aumento de CO2 local aumenta a afinidade da hemoglobina pelo CO2 que será carregado e diminui a afinidade pelo O2, liberado para o tecido;
- Ação Lipolítica, lise dos adipócitos devido à atividade do metabolismo local;

INDICAÇÕES GERAIS DA CARBOXITERAPIA ARES

- Rejuvenescimento facial
- Lipodistrofia ginóide (celulite)
- Gordura localizada facial e corporal
- Flacidez de pele corporal e facial
- Estrias 
- Flacidez de pele facial e corporal
- Pré e pós-operatório de lipoaspiração
- Olheiras
- Cicatrização pós-cirurgias plásticas e estéticas
- Alopécia 
- Psoríase
- Esclerose de telangiectasias

CONTRA INDICAÇÕES DA CARBOXITERAPIA ARES

- Gestantes 
- Insuficiência cardíaca ou insuficiência respiratória
- Insuficiência renal e hepática
- Diabéticos
- Problemas psicológicos
- Epiléticos
- Hipertensos descompensados
- Lúpus eritematoso sistêmico
- Pacientes imunodepressivos


POSSÍVEIS REAÇÕES ADVERSAS TRANSITÓRIAS

Hiperemia e aumento da temperatura local: essas reações acontecem devido ao aumento de fluxo sanguíneo local e passa em poucos minutos.

Creptação local: sensação bolhosa e geralmente indolor sentida após a insuflação, caso a região seja palpada e pode durar cerca de 1 hora.

Sensação de desconforto local: o paciente poderá experimentar uma sensação de dolorimento e desconforto local, no entanto tal sensação é leve e passa em torno de 24 horas.

Hematomas e/ou equimoses: podem surgir se, durante a punctura, houver ruptura de microvasos durante a punctura.

Sensação de peso e aumento de volume local: sensação passageira decorrente da infusão que pode acometer os pacientes em geral.

RESPONSABILIDADE DE USO DE EQUIPAMENTOS ELETROMÉDICOS

O uso de equipamentos médicos se restringe a um médico ou sob sua ordem, ou mesmo a profissional da saúde devidamente licenciados. O profissional devidamente licenciado será responsável pelo uso e operação do equipamento.

A IBRAMED não faz representações referentes a leis e regulamentações federais, estaduais ou locais que possam se aplicar ao uso e operação de qualquer equipamento médico.

O médico ou profissional da área da saúde licenciado assume total e pleno compromisso em contatar as agências certificadoras locais para determinar qualquer credencial requerida por lei para o uso clínico e operação deste equipamento.

Acessórios que acompanham o equipamento

01 Cabo de força destacável 
01 Pedal para acionamento remoto
01 Mangueira conexão do cilindro de gás ao equipamento
01 Gabinete 
01 CD com as instruções de uso
10 Equipos descartáveis para aplicação e infusão do gás via subcutâneo

Abreviações utilizadas

VA = Volt ampéres
A = Ampéres
mm = Milímetros
V~ = Tensão alternada
cm = Centímetro
mmHg = Milímetros de mercúrio
Hz = Hertz
Volts = Voltagem
min = Minutos
Kg = Kilogramas
°C = Graus celsius

Ps: O uso de cabos, eletrodos e outros acessórios diferentes daqueles especificados acima, pode resultar em aumento das emissões ou diminuição da imunidade do equipamento.

Nota: O aparelho e suas características poderão sofrer alterações sem prévio aviso.

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