Termografia: relatório de atendimentos feitos na pesquisa termográfica

Para comprovar cientificamente a eficácia do Thermopulse, utilizamos o equipamento FLIR, uma câmera termográfica que mensura a temperatura dos tecidos antes e depois da aplicação da diatermia por ondas curtas.

A aplicação da radiação infravermelha ou termográfica é o uso de uma câmera infravermelha para “ver” ou “medir” a energia térmica que é emitida por todo objeto ou material existente na natureza. A energia térmica ou infravermelha é uma luz não visível, já que seu comprimento de onda é muito longo para ser detectado pelo olho humano.

Essa energia faz parte do espectro eletromagnético e é percebida pela pele como sensação de calor. Ao contrário da luz visível, no mundo infravermelho, todos os materiais com uma temperatura acima de zero absoluto emitem calor. Mesmo os objetos muito frios, como cubos de gelo, emitem luz infravermelha.

Quanto mais alta a temperatura do objeto, maior será a radiação infravermelha emitida. A radiação infravermelha nos permite ver o que os olhos não veem. As câmeras de termografia infravermelha produzem imagens visuais da radiação infravermelha e calculam medições precisas de temperatura sem contato com o objeto.

Em geral, quase todos componentes elétricos e mecânicos ficam sobreaquecidos antes de falhar, o que torna as câmeras infravermelhas ferramentas diagnósticas extremamente valiosas para a detecção precoce de falhas. Além disso, seu uso tem se disseminado em aplicações, tais como melhoria de processos de fabricação, economia de energia, controle de qualidade de produto, segurança do trabalho, medicina e veterinária.

Sobre diatermia  

A radiação eletromagnética usada para os equipamentos eletromédicos está inserida na faixa de RF usada para comunicações. Dessa forma, poderia interferir em sinais e, para evitar essa interferência, a Federal Communication Commission (FCC), que tem como função regulamentar todas as formas de telecomunicação, designou frequências específicas para aplicações médicas. As faixas permitidas estão centralizadas em 13,56MHz, 27,12MHz e 40,68MHz.

A frequência de 27,12MHz é a mais usada, pois possui a mais ampla faixa.

Diferença entre ondas curtas capacitiva, indutiva e micro-ondas e seus potenciais de aquecimento dos tecidos

Aplicadores de diatermia em placas capacitivas são feitos de metal encapados por um compartimento plástico ou eletrodos emborrachados de carbono que estão localizados em blocos de feltro.

Uma corrente elétrica alternada de alta frequência passa de uma placa para outra através do paciente, produzindo um campo elétrico e um fluxo de corrente no tecido corporal que está entre as placas. Conforme a corrente passa pelo tecido, ela causa oscilação de partículas carregadas, ocasionando um aumento na temperatura do tecido.

Em aplicadores indutivos de diatermia, a quantidade de calor gerado numa área do tecido depende da força e da densidade da corrente, sendo o maior aquecimento ocorrido em tecidos com maior condutividade, como os músculos. Como a corrente sempre passa pelo caminho com o mínimo de resistência e, por isso, quando um tipo de aplicador de placa capacitiva é usado, a corrente geralmente se concentra na superfície dos tecidos e não penetra tão efetivamente em tecidos mais profundos se esses tecidos forem pouco condutivos, como a gordura subcutânea.

Assim, as placas capacitivas geralmente produzem mais calor na pele e menos calor nas estruturas mais profundas, em contraste com aplicadores indutivos, ao quais aquecem as estruturas mais profundas com efetividade, porque a incidência do campo magnético pode alcançar uma penetração maior para induzir o campo elétrico e a corrente dentro do tecido-alvo.

Nesse mesmo contexto, equipamentos de diatermia por micro-ondas produzem uma corrente alternada de alta frequência em uma antena. Essa corrente alternada produz um campo eletromagnético que é diferenciado através do tecido por uma reflexão de curva circundada próximo à antena. Equipamentos de diatermia são úteis quando somente pequenas áreas de tecido estão envolvidas.

As micro-ondas geram mais calor nos tecidos com alta condutividade elétrica (músculos), entretanto, essa radiação penetra menos profundamente do que a diatermia indutiva por ondas curtas.

Comparação da distribuição de calor nos tecidos corporais com aplicador de diatermia indutiva de ondas curtas, de diatermia de placa capacitiva e diatermia de micro-ondas.

Tipos de ondas

Diatermia por ondas curtas contínuas e pulsadas

Diatermia é o termo utilizado quando ocorre um aquecimento detectável nos tecidos profundos, portanto, a diatermia por ondas curtas refere-se ao aquecimento produzido por campos elétricos e magnéticos alternados por altas frequências (ondas curtas de rádio).

O aparelho de diatermia por ondas curtas produz campos elétricos e magnéticos com correntes de alta frequência oscilantes e são esses campos alternados que produzem os efeitos fisiológicos e os benefícios terapêuticos obtidos com o tratamento.

A diatermia por ondas curtas pulsada utiliza um circuito de tempo para interromper eletronicamente as ondas de 27,12MHz, resultando em trens de pulsos contendo uma série de oscilações de alta frequência emitidos em onda senoidal pelo aplicador da diatermia por ondas curtas pulsadas.

Cada trem de pulso tem uma duração predefinida (on time), sendo separado por sucessivos trens de pulso de off time, que é determinado pela frequência de repetição. Dependendo do dispositivo, a frequência de pulso pode variar de 1 a 7000 pulsos por segundo. As ondas curtas pulsadas são liberadas para o paciente com uma intensidade muito baixa, não aquecendo os tecidos.

Métodos de tratamento

Modo capacitivo: um par de placas é conectado ao equipamento e a região do paciente a ser tratada é posicionada entre as placas.

  • 1 cabo PP fêmea de 1,5m;
  • 1 kit eletrodo vulcanizado para Thermopulse Solid State de 1,25m;
  • 1 kit eletrodo indutivo Thermopulse Solid State de 1,25m;
  • 1 manual de operações digital;
  • 1 cartela de fusível (C-314) com dois fusíveis de 5A;
  • 1 cinta para eletrodo indutivo grande.
  • Dimensões: 39 x 38 x 76 (L x P x A cm)
  • Peso padrão (sem acessórios): 27,5 kg
  • Potência: 100 / 240~ 50/60 Hz
  • Potência de entrada: 800 VA
  • Classe Elétrica: CLASSE I
  • Fusível: 5A 250~ (20AG)
  • Grau de proteção elétrica: TIPO BF
  • Frequência de saída: 27.12 MHz ± 0.6%

Osteoartrite: distúrbios crônicos e agudos das articulações (joelho, quadril, ombro, cotovelo, mão, pé e temporomandibulares).

Poliartrite crônica das articulações do quadril e ombro: inflamação crônica de uma ou mais articulações Tendinite / tendinose: inflamação aguda ou crônica dos tendões.

Dores tibiais: condição dolorosa dos membros inferiores comum em atletas (síndrome do estresse tibial medial).

Bursite: inflamação da bursa (sinovite bursal).

Torções, luxações entorses e contusões: torção articular, sobrecarga articular, entorses, traumas.

Epicondilite: inflamação na região do epicôndilo do cotovelo (cotovelo de tenista).

Fraturas: consolidação de fraturas ósseas.

Neuralgia intercostal: dor aguda neural a partir da coluna vertebral torácica.

Isquialgia/isquioneuralgia: dor intensa no ísquio agravada ao sentar ou deitar.

Contraturas: perda de movimento articular devido ao encurtamento dos tecidos moles.

Lombalgia: conjunto de manifestações dolorosas que acontecem na região lombar.

Mialgia: Síndrome miofascial, dor muscular.

Neralgia/Neurites: dor/inflamação neural/disfunção dos nervos periféricos.

Síndrome do ombro congelado: dor no ombro acompanhada por limitação do movimento (capsulite adesiva).

Periostite: inflamação do periósteo.

Fibromialgia/fibrosites: dor crônica difusa/processo inflamatório de estruturas que compõe as bainhas musculares.

Espondilose/Osteocondrose: artrose da coluna vertebral ou degeneração dos discos intervetebrais.

Síndrome do túnel do carpo: neuropatia resultante da compressão do nervo mediano no canal do carpo.

Tendovaginites: inflamação do tendão e da bainha tendínea.

Síndromes cervicais: condições dolorosas crônicas de origem miofascial da região cervical

Síndrome do piriforme: síndrome neuromuscular que envolve a irritação, encarceramento ou compressão do nervo ciático.

Neuroma de Morton: neuroma benigno no nervo plantar interdigital (metatarsalgia).

Fasceíte plantar: inflamação/lesão de esforço na fáscia (tecido fibroso e tenso situado na planta do pé).

Síndrome do manguito rotador: condição dolorosa que envolve um ou mais músculos do manguito rotador.

Torcicolo: distúrbio do pescoço caracterizado pelo enrijecimento dos músculos dessa região.

Síndrome da plica sinovial: ocorre quando a plica sinovial fica irritada ou inflamada.

Síndrome da dor patelofemoral: dor anterior ou retropatelar na ausência de outra patologia do joelho.

  • Gestantes ou intenção de engravidar;
  • Dispositivo eletrônico implantado (ex.: marca-passo cardíaco, dispositivo de estimulação cerebral profunda etc.);
  • Presença de metais na superfície dos tecidos que não podem ser retirados, como as formas de fixação esquelética externa ou aparelhos dentários;
  • Sensibilidade térmica comprometida;
  • Marca-passos cardíacos e estimuladores implantados;
  • Pacientes com hemorragias ou risco de hemorragia, com quadros sépticos e empiemas ou com tumores malignos e tumores não diagnosticados;
  • Aplicação direta sobre tumores cancerosos ou lesões devido ao seu potencial para aumentar o fluxo sanguíneo para a área de malignidade;
  • Edemas agudos (que ainda se sente quente);
  • Hipoestesia ou hiperestesia térmica;
  • Inflamações agudas;
  • Obstruções arteriais graves (fase III e IV);
  • Pacientes incapazes de controlar os próprios movimentos ou quando não se pode contar com sua cooperação;
  • Epífises de crescimento;
  • Condições onde há hemorragia; Condições nas quais o edema ou a hemorragia estão sob a área de tensão, por exemplo, bursite aguda, linfedema, hematoma ou hemartrose;
  • Tecidos isquêmicos, cujo fluxo sanguíneo não possa ser aumentado para dissipar o calor extra e suprir as demandas da atividade metabólica aumentada;
  • Lesões tuberculosas ativas; Locais de trombose venosa recente, pois o aquecimento pode desprender o coágulo, gerando embolia pulmonar;
  • Paciente em estado febril ou sobre áreas de inflamação aguda.

O Thermopulse utiliza radiação eletromagnética intencional para tratar várias patologias por meio da elevação da temperatura no interior dos tecidos (diatermia). Seu uso é indicado para osteoartrite, poliartrite crônica das articulações do quadril e ombro, dores tibiais, bursite, torções, torcicolo e fraturas.

As correntes de alta frequência podem penetrar mais profundamente nos tecidos, por este motivo suas aplicações são diversas. Também pode ser utilizado para epicondilite, neuralgia intercostal, isquialgia/isquioneuralgia, contraturas, lombalgia, mialgia, neurites, síndrome do ombro congelado, periostite, fibromialgia/fibrosites, espondilose/osteocondrose, entre outras.

O aparelho possui um circuito gerador de onda senoidal que produz uma corrente com frequência de 27,12MHz. O Thermopulse produz energia eletromagnética (com correntes de alta frequência oscilantes), e a transforma em energia térmica. O calor gerado resulta em diversos efeitos fisiológicos e benefícios, como o controle da dor e do edema e a aceleração do processo de cicatrização.

THERMOPULSE - IBRAMED

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